{ Sábado foi assim }


Café ao final da manhã no Parque Bensaúde, que eu ainda não conhecia.

Já a tarde foi passada no fantástico Museu da Carris. Não percam a oportunidade de o visitar e relembrar os antigos autocarros de dois andares e os eléctricos abertos e de conhecer um pouco da história desta empresa que faz parte da cidade de Lisboa.

Ainda no Museu da Carris é possível visitar a exposição “Lost & Found” de Marta Moura.
E o passeio de Sábado não ficou por aqui, mais fotos virão de um dos jardins mais bonitos de Lisboa, o Jardim Botânico Tropical de Belém.

{ Óptimos programas em Lisboa }


Para quem está de férias e não tem planos para ir para fora, como é o meu caso, e mesmo para quem não está de férias e está em Lisboa, não pode dizer que nada acontece em Lisboa em Agosto.
A quantidade de programas com que me deparo diariamente permitem-nos ter fins de tarde e noites tão agradáveis e diferentes.
Ora vejamos:

Este fim de semana podemos experimentar o Ikea Hottel, um hotel ao ar livre no Jardim da Estrela:

No âmbito deste evento ainda podemos assistir, amanhã à noite ao concerto da sueca Amanda Mair!

O Meo Out Jaz continua a animar os finais de tarde de 6ª e de Domingo. Os concertos de Domingo durante este mês realizam-se nos jardins da Torre de Belém. Já fui a alguns e a prova disso está aqui:

{Como podem constatar a bebida deixa-me o indicador encarnado… fazer o quê?…}

Até ao final de Setembro, temos a oportunidade de assistir, no cinema King, a alguns dos melhores filmes do último ano:

 No dia 31, há mais uma sessão do Verão com Jazz no Jardim Botânico da Ajuda, com os The Mingus Project:

Até meados do próximo mês, há tanto, mas tanto para ver e ouvir em Lisboa na Rua:

Durante este fim de semana temos já as Fitas na Rua, no Jardim do Príncipe Real e no Jardim Fernando Pessoa:

E há, de certeza muito mais. Estou a limitar-me a Lisboa, mas em Cascais, já ali, também estão a decorrer as Festas do Mar.
Se quiserem, partilhem mais eventos de que tenham conhecimento.

E DIVIRTAM-SE EM LISBOA!

{ Fui ao Circo! }


Se há coisa de que nunca gostei foi de ir ao circo.
Não tenho sequer recordações de ir ao circo na minha infância. Fui certamente, mas não foi nada que ficasse guardado na minha memória.

As recordações que tenho são já de adulta. A acompanhar algumas crianças.
Mas não gosto. Não gosto do ambiente, do cheiro, dos espectáculos, dos animais (atenção, adoro animais, mas no circo, não obrigada!).

Acho que a única coisa que gostava de ver no circo (e disso lembro-me de ver, mas na televisão) são as acrobacias aéreas.

Eu sei que existem vários tipos de circo diferentes. Todos me dizem maravilhas do cirque du soleil, por exemplo. Mas… nunca me deu para ir constatar…

Mas ultimamente, quero porque quero ir ao circo. Mas, lá está, não é um circo comum. Aliás, o que eu queria mesmo ir ver chama-se Cabaret Circo… E é promovido pelo Grupo Armazém 13.

É um circo contemporâneo, com vários tipos de artes performativas, com alguma interacção com o público. 

Nunca tinha assistido. Não ouvi grandes relatos sobre o tipo de espectáculo, a não ser que no anterior houve um casamento ao vivo e a cores, entre dois dos artistas.
E por tudo isso, andava curiosíssima para descobrir.

Tentei ir ao último que realizaram, mas outros planos sobrepuseram-se.
Agora surgiu a oportunidade de assistir ao 13º Cabaret Circo.

Por ser o 13º Cabaret do Armazém 13, prometeram uma noite recheada de alegria e momentos inesquecíveis de performances, com todos os artistas que fazem parte deste projecto.

Foi muito bom! E, sem dúvida, uma experiência a repetir.


Só tenho pena que a máquina fotográfica se tenha avariado antes e só consegui tirar algumas fotos péssimas com o telemóvel. Ainda assim, deixo aqui algumas.
 
 
 
 
 
 
 {Fotos ranhosas: Sol de Dezembro}

{ A dobrar é melhor }


 

Ou melhor, ontem foi noite de ficar encantada com as guitarras de Afonso Pais (um dos mais reputados guitarristas nacionais) e do norte-americano Tim Sparks (um apaixonado pela guitarra portuguesa – que não tocou ontem).

Dos Dose Duplas que assisti, este foi sem dúvida o melhor. Não só pelos músicos, mas também pela companhia e pelo local. Provavelmente devido à realização do Rally de Portugal, o espetáculo realizou-se na cafetaria Quadrante, que deu um ar ainda mais informal mas mais intimista.
À saída ainda fomos brindados pelo cheiro da chuva numa noite quente.
Muito bom!
Se estiverem a pensar aproveitar estes concertos, apressem-se porque o da próxima semana será o último. Eu recomendo!

{ E porque a vida é feita de histórias… }


{“Tisanas – Um Antídoto contra o Cinzento dos Dias”}
“Era uma vez uma casa muito velha. Nos dias de calor só conseguia respirar deitando todas as línguas pelas janelas. Essas línguas eram azuis e pendiam exaustas, sem a vivacidade dos cães.”

“Era uma vez uma história tão impressionante que quando alguém a lia o livro começava a transpirar pelas folhas. Se o leitor fosse muito bom o livro soltava mesmo algumas pequeninas gotas redondas de sangue.”

“Era uma vez uma cidade…”
“Era uma vez…”
“Tisanas – Um Antídoto contra o Cinzento dos Dias”, no ar no Teatro do Bairro até ao final do mês, é uma peça encenada por António Pires para três atores fabulosos e uma tecnologia visual que nos prendem ao palco: Alexandra Sargento, Francisco Nascimento, Rafael Fonseca e o videomapping.
Alguns dos muitos poemas que a escritora Ana Hatherly tem vindo a publicar, e que apelidou de tisanas, foram reunidas para dar corpo a este espetáculo.
Num cenário minimalista, com uma grande tela branca na lateral e quatro blocos brancos do lado oposto, estes elementos e os três atores, vestidos de branco, servem de tela para uma cativante projeção e manipulação de imagens e vídeos tridimensionais.
A ausência de uma narrativa, a inexistência de uma história com princípio meio e fim, são apenas alguns dos elementos que dão alma a esta peça.
A repetição exata de várias tisanas ao longo do espetáculo, ao contrário do expectável, torna-as a cada vez mais apetecíveis.
Um perfeito nonsense que nos deixa a atenção presa aos atores. E que atores! Tão expressivos…
Os três atores da peça são clowns, mimos, que interpretam as tisanas que António Pires, o encenador, mais gosta.
E garanto, que se o dia de ontem esteve momentaneamente cinzento, que esteve (nada de grave, ML, não te preocupes), depois deste antídoto ficou bem mais colorido.
Os preços variam entre os 7,5 e os 12,5 euros, por isso não há desculpa para não pass(e)ar pelo Bairro E visitar o Teatro do Bairro, um espaço fantástico e acolhedor!

{ Imprevistos bons }


Ontem, depois do jantar, o passeio da Badocha esticou-se e acabámos por passar à frente do ccb, onde estava a chegar muita gente. Quando cheguei a casa fui ver o  programa. Vi que se devia ao concerto da Sara Tavares.
Mas foi o suficiente para me lembrar que às quintas existe o DOSE DUPLA – JAZZ A DOIS … Confirmei que começava às 22h, por isso tinha bastante tempo, já que moro a 5 minutos…
O programa de ontem previa a combinação do Rodrigo Gonçalves ao piano e o Alexandre Frazão na bateria.
Quando cheguei a sala estava praticamente cheia e o cartaz anunciava o mesmo pianista, mas com o Massimo Cavalli no Contrabaixo.
A meio do concerto juntou-se a eles o Luís Candeias na bateria e posso dizer-vos que Gostei imenso. Foi uma óptima ideia e vou passar a ser uma visita assídua do CCB às quintas.
Muito bom!