{ Ressaca }


{ Bom dia! }Por muito que goste do inverno, que apeteça este friozinho e o aconchego de uma manta com um bom livro ou filme, o Sol é que é a minha praia!

O pior do inverno nem é o ter de sair de casa para passear a e-nome debaixo de uma tempestade, às 6h30 da manhã ou à meia-noite.

O pior do inverno é acordar sem a luz do dia a entrar pelo quarto! Eu que gosto de acordar cedo (por norma às 6h15 salto da cama, sem qualquer obrigação), dou por mim, nesta altura do ano, a desesperar para me levantar.

Sinto-me a ressacar pela luz do dia a entrar-me pela janela escancarada do quarto!

E escusam de vir dizer que o inverno é lindo, que a chuva blá-blá-blá, que é o tempo dele, e tal. Eu sei isso tudo. Pode até chover torrencialmente, pode nevar, podem fazer -15 ºC, mas por favor façam com que os meus dias comecem com luz natural!*

Acordar de noite é giro na 1ª semana. No 1º mês, vá… agora já não tem graça. Preciso de luz natural! Preciso de sol no meu acordar!*

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*Não vale mandarem-me acordar às 10h!

Manifesto Vagina


Manifesto Vagina.
Para ler.

Vagabundagens

Andava há muito a adiar a escrita deste artigo, não muito fácil de escrever e, talvez, também não muito de ler. Peço desculpa por esse pormenor, mas não poderia estar a viver na Índia nesta fase de acordar preguiçoso sem falar desta temática no blogue. Violação a violação, consciência a consciência, as vozes vão-se começando a espreguiçar lentamente, outrora isoladas ou caladas, agora finalmente a formar um coro. Sendo homem, é claro que nunca conseguirei atingir totalmente a dimensão da dor infligida, mas, como já aqui afirmei no artigo “Espiritualidade, sexo e morte“, a luta por uma sociedade igual para todos não pode ser travada autisticamente: homens e mulheres têm de falar a uma só voz. O que se tenta hoje em dia nas ruas de Delhi mudar não pode ser visto como o grito do Ipiranga das mulheres contra os homens. Somos todos nós a dizer que estamos fartos.

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I ♥ Birdhouses


Sou uma apaixonada por pássaros e fã incondicional das “suas” casas. Não sei o que mais me atrai nelas. Se o facto de estarem disfarçadas no meio da natureza, se o encanto dos seus habitantes. Mas não lhes resisto.005006007

Estas (e muitas mais) pertencem aos passarocos de Sintra, e encontram-se no bonito arvoredo que acompanha a Volta do Duche.