{ Laços }


A perda é algo inevitável na vida de qualquer um.
Só quem não sente o prazer de criar e manter laços se pode “dar ao luxo” de dizer que nunca experimentou o sentimento de perda.
Por muito dolorosa que seja, prefiro experimentá-la, sabendo que tive o prazer de partilhar experiências, sentimentos, sorrisos e tristezas com alguém que fez parte da minha vida e a marcou.
Se alguém nos tocou ao ponto de virmos a sentir a sua perda é porque valeu a pena conhecê-la.
Já várias pessoas desapareceram da minha vida, mas houve uma que ficou para sempre e é alguém que recordo com carinho, saudade e, principalmente com um amor incondicional.
E, o que mais gosto nestas memórias, é que com tanta facilidade me vêm à memória as situações mais marcantes, como os momentos mais corriqueiros do dia a dia, e mesmo (ou principalmente) as situações mais ridículas que nos levaram às lágrimas de tanto rir.
E é do que mais falta sinto, Mãe, dos momento corriqueiros e de te ver rir com gosto.

{ E ontem foi dia de… }


{Foto: C.L.}

Meo Out Jazz no Parque Eduardo VII, graças aos imprevistos ou à minha enorme capacidade de distracção…
Mas valeu tanto a pena. Uma tarde diferente e tão agradável.
Lisboa é uma cidade fantástica, onde é impossível alguém se queixar que não há nada para fazer. Existem tantas possibilidades, tantos concertos, tanas exposições, feiras, jardins. Tantos espaços e recantos bonitos para conhecer. E nem a desculpa de ser “caro” pode ser usada, porque muitos eventos e espaços são de acesso gratuito.
Por vezes o complicado é escolher ;)

{ … }


Porque a iniciativa e o optimismo nem sempre são suficientes e porque nem tudo depende apenas de nós, hoje desanimei.
Mas ficou uma porta aberta e, quem sabe, num futuro próximo surge outra oportunidade.

Entretanto, resta-me abraçar a nova mudança que está para vir e que, à primeira vista (e à segunda também) não tem nada a ver comigo. Mas, para já, assim será!