{ May photo a day challenge }


{ #23 – Technology }
{ #24 – Something new }
As minhas lindas Fly London, oferta do meu Pai e da Boadrasta
{ #26 – 12 o’clock }

{ #28 – The weather today }

{ #29 – A number }
O bolo de aniversário do mano. 8 anos de mano!
Digam o que disserem, o melhor duchesse é o do Xico Careca. E em versão gigante, então…
Como podem calcular, esta semana tenho de correr mais do que é habitual ;)

{ … }


Uma relação tem de ser alimentada, acarinhada e respeitada a cada dia, a cada momento. Não é quando o amor acaba que se vai “dar uma nova oportunidade”, tentar de novo ou trabalhar para a relação. 
Se o amor acabou, há que aceitar esse facto, aprender com o que fizemos (ou não fizemos) e que pôs fim ao amor. O que podia ser feito, devia ter sido feito muito antes.
Quantas vezes ouvimos alguém dizer: “Vê lá, o nãoseiquantos deixou a coitada da mulher. Malandro!” 
Acho que é necessária muito mais coragem para sair do que para ficar numa relação em que o motor principal, o Amor, parou.
É claro que custa. Custa muito! Quando uma relação acaba, há sempre uma das partes (se não as duas) que sai magoada, ferida, ressentida.
Se um dos dois se apaixona por uma terceira pessoa, é porque o amor entre o casal já não existia. Havia, se não uma porta aberta, pelo menos a fresta de uma janela por onde alguém conseguiu espreitar.
Nestes casos, há que assumir e sair. 
Manter uma relação para não magoar o outro, por causa dos filhos ou por qualquer outra razão que não seja o Amor, é meio caminho para acabar com a amizade e com o respeito que existe entre os dois.
Assumir de forma civilizada que acabou. Sem chantagens, sem ameaças, sem ressentimentos. Com dor, certamente, com pena de não ter resultado, sem dúvida.
As pessoas não se envolvem, não começam um amor a pensar que um dia vai acabar, pelo que acaba por haver um certo sentimento de fracasso.
Mas temos de erguer a cabeça e saber que a vida nos reservou um caminho diferente e que temos de o percorrer, sem medos, sem rancores. De coração aberto (ainda que dorido).
Eu namorei muito, tive relações longas, relações curtas, namorados sérios e namoricos de verão. Lembro-me de ter chorado várias vezes por acabar uma relação (mesmo quando fui eu a pôr fim). Mas não me lembro nunca de ter pedido a alguém para ficar quando ele queria sair. Aceitar menos do que aquilo que mereço (alguém que queira estar ao meu lado) não é para mim.
Estar bem comigo é incomparavelmente melhor do que estar assim-assim com outra pessoa.
Talvez por isso, não consiga compreender como alguém prefere estar com uma pessoa que à partida sabe que não a ama… para mim é coisa de gente pequenina, sem amor próprio e egoísta e isso eu não consigo entender.