{ Quinta do Vau }


A Quinta do Vau é uma casa de férias, junto a Mértola, com apenas 8 quartos e um apartamento T1. Ou seja, mesmo lotada (como estava nestes dias), é dada a um ambiente calmo.  1-DSC_1257Somos recebidos com a simpatia de quem recebe visitas, mas com as vantagens de sermos hóspedes. Dão-nos a chave do quarto e a da própria casa.
1-DSC_1253 Além do habitual serviço de arrumação diária do quarto, a Quinta do Vau tem apenas serviço de pequeno almoço. O quarto parecia novo em folha, confortável e bem equipado (esquecemo-nos de fotografar).
11053863_10204866670971006_8747325318448281776_nEm relação a Mértola, fica do outro lado do Rio Guadiana, mas a uma distância curta o suficiente para ser feita a pé (ou numa das bicicletas da Quinta).
1-DSC_1255 1-DSC_1169Mas confesso que o que nos convenceu de imediato foi esta piscina… com vista para o Castelo, para o Convento de S. Francisco e para a frescura do Guadiana.
1-DSC_126611792037_1118436191518506_7506676752115480755_o11217745_10204859383788831_8622060212787517437_o

1-DSC_1269A vantagem deste local foi a possibilidade de passarmos uns dias calmos, com bastantes passeios (Mina de São Domingo, Pomarão e Mértola), com a vantagem de uma praia fluvial fabulosa a pouco mais de 15 km:

1-11148757_1119217024773756_5895902270188475314_n 1-11811471_1117685878260204_309297804682832557_n 1-11813430_1119216528107139_4178380928337194233_n 1-11817047_1119216751440450_3556222884814462857_n

Se, por acaso, forem à Praia Fluvial da Mina de São Domingos, não deixem de experimentar os melhores caracóis do mundo e a salada de Polvo no bar de apoio à praia! Muito bom!

Aconselho vivamente uma passagem pela Quinta do Vau, nem que seja a caminho de uns dias de praia no Algarve.

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tu. tu quebraste-me. do primeiro ao último segundo.DSC_0073

chegaste cá a casa, quase que por acaso. no dia seguinte insististe em voltar. não houve margem para dúvidas. adoptaste-nos com unhas e dentes. como se nunca tivesses (sen)tido o calor de uma família. o conforto de um lar. e ao primeiro contacto, não deixaste escapar. ao contrário do que era espectável mostraste-nos que este era o teu lar. que nós eramos teus.

nunca estragaste nada nesta casa. nunca roeste um chinelo. tratavas os teus amigos de borracha com carinho e delicadeza… o Pumba, o Toni. tinhas receio de os magoar a cada guincho que davam quando os tentavas agarrar com a boca.

tinhas duas fraquezas…

uma maior do que tu. a comida. pela comida quebravas todas e quaisquer regras. por um bom prato de comida, acho que nos vendias :)741179_567584086603722_1845254798_o

a outra… a outra era uma festa. a rega automática. lembraste? estive tentada a dar-te esse último presente, mas soube que já não ias aguentar. ou seria eu?

286951_263210853707715_1762019_oera sempre uma fita quando perguntavam o teu nome. ninguém percebia à 1º. à 2ª ou 3ª tentativa fingiam que tinham percebido… a verdade é que nem eu percebi o nome que trazias da rua e registei-te mal. a verdade é que nem precisavas de um nome para vires a nós. respondias a qualquer som que te soasse a um chamado. foste gata, foste badocha, foste foquita. foste tudo. foste nossa. “toma” era o que recebias melhor. fomos teus. todos os que passamos pelo teu nariz. fomos teus.

sabes, durante muitos anos mudaste a minha vida. não existiram tapetes na nossa casa. não andei descalça em casa. a comida continua a não ser colocada à “pata” de semear (lembras-te das 10 almondegas congeladas que aspiraste na primeira semana?). o chão deixou de ser encerado (a cera era demasiado apetitosa, não era?). uma cama em cada divisão.

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ainda não me habituei a (voltar) gostar de trovões e de foguetes. sei que não gostavas deles (a menos que houvesse comida, claro).

conquistaste-nos. conquistaste-nos a todos.

preencheste um bocadinho de mim que nunca mais será preenchido. que nunca será esvaziado.

quebraste-me quando entraste por esta porta no primeiro minuto.

quebraste-me como não costumo deixar que me quebrem.

quebraste-me quando adormeceste no meu pé. no último segundo.

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{ Uma salada diferente }


Este fim de semana experimentamos fazer uma salada diferente…

Diferente, essencialmente, pela forma de servir.

Uma combinação de alfaces, coentros e agrião serviu de aconchego a pedaços de pepino (sem as sementes), salmão, atum e mozarela.

A salada foi servida em pequenas taças criadas por nós, usando tortillas de milho, que tostamos no forno com azeite, sal marinho e alecrim. Ficam estaladiças e são perfeitas para servir a salada!

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{ Do fim de semana }


Gostamos de aproveitar os fins de semana ao máximo para passear, apanhar sol, conhecer novos sítios, registar bons momentos.

Mas este fim de semana foi mais caseiro e, por não ser comum, também soube muito bem! Serviu para trabalhar e despachar alguns pendentes que andava adiados há demasiado tempo. Foi um fim de semana devagar e sem pressas.

E ainda houve espaço para um passeio ao Jardim da Estrela para um café matinal.

20150314_115859~2 PicMonkey CollagePara o almoço decidimos seguir algumas receitas da Lorraine Pascale, que vimos nos programa da semana passada.

Taças de pepino com feta e sementes de sésamo tostadas. Uma entrada fresca, perfeita para os dias quentes de verão!

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Caracóis de paio e chourição… uma delícia!

PicMonkey Collage2Chips de courgete no forno

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A tarde foi acompanhada de um bolo que queria experimentar há muito tempo. O facto de ter todos os ingredientes em casa, foi o mote… Bolo de limão com sementes de papoila. Fica leve e pouco doce. Perfeito para acompanhar um chá em frente à televisão…

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No Domingo houve tempo para assar maçãs e fazer esta deliciosa granola com que comecei o dia…

20150316_073633~2 Sim, este foi um óptimo fim de semana!

{ Bruxelas }


Eu sei que muitas vezes posso fazer transparecer que uso as viagens que faço em trabalho em meu proveito pessoal. A verdade é que vou a reuniões fora do país (o que muitos colegas se recusam a fazer e eu não me importo nada) e em nenhum momento descuro o objectivo da viagem ou o meu trabalho.

Agora, já que lá estou, não vou deixar de aproveitar as horas livres para conhecer um pouco mais uma cidade que não é a minha.

Na semana passada tive essa oportunidade, já que tive de ir ao domingo. E já que vou ao domingo, decidi ir no 1º voo, às 7 da manhã (obviamente, sem qualquer prejuízo para o trabalho). Ao meio dia estava no centro de Bruxelas, pronta a explorar algumas dicas de um guia diferente, o Use-it. Trata-se de um conjunto de guias diferentes para várias cidades, mas feitos por locais e com dicas diferentes daqueles guias turísticos tradicionais.

Desse guia escolhi 4 dicas diferentes: um mercado internacional; uma feira da ladra; um jardim escondido; e um parque de estacionamento (sim, leram bem!). Tudo feito a pé ;)

O passeio começou com a ida ao mercado. Cheio de gente, enorme, ao ar livre e com uma diversidade enorme de produtos. Desde as frutas e legumes (lindos e alguns diferentes), especiarias, comida pronta, roupa, utensílios de cozinha, bijuteria… Um pouco de tudo. Fica junto à estação du Midi. O segredo, para quem tencione comprar frutas ou legumes, é ir no final, altura em que os vendedores querem “despachar” o que sobra e os preços descem a pique.

De seguida dirigi-me à feira da ladra. Pequena, resume-se a um largo, a Place de Jeu de Balle. Mas com um ambiente muito giro e numa zona com várias lojas de antiguidades, velharias e peças vintage. Vale a pena visitar a feira e algumas das lojas das redondenzas.20150208_135946 20150208_140505 20150208_140523 20150208_140537 20150208_140610 20150208_140647 20150208_141100 20150208_141230 20150208_141323 20150208_141628 20150208_141654

Vista as feiras, decidi dirigir-me a um pequeno jardim, que o guia referia ser desconhecido de grande parte dos locais, por estar bem escondido no meio de vários edifícios. De facto não foi fácil encontra-lo. Quando estava eu parada no meio da rua a olhar para o mapa, perguntaram-me se precisava de ajuda e alguém que morava ali não conhecia o parque. Mas lá o encontrei e confirmo que parece a entrada para as traseiras de um prédio. Está mesmo bem escondido. O que justifica a calma que o rodeava. Lá dentro existe uma cafetaria com uma agradável esplanada, casinhas de pássaros presas nas árvores e uma estátua que me deliciou. É o Peter Pan de George Frampton. Uma das réplicas existentes. Deixo-vos alguns detalhes que me encantaram…

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Já me esquecia de contar o porquê do parque de estacionamento… O Parking 58 é um local onde podemos subir gratuitamente ao último andar (o 10º) e ter uma vista privilegiada de 360º sobre a cidade… Confesso que esperava mais, mas ainda assim acho que vale a pena.